How to Increase Your Likability

Para não esquecer…

Por Guy kawasaki.

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Blues for a future not to come…

Anda-se pela rua, sabe-se que não se vai voltar, sabe-se que não se vai ficar.

O regresso está iminente. Tentou-se ficar. Impossível ficar. Não é suposto ser como o sol é.

Quantas vezes se pode tocar um piano? Quantas vezes se pode tocar num piano?

Não se sabe tocar. Fica a memória de umas aulas que nunca aconteceram.

Fica a memória de todos os momentos calmos que não se viveram.

Qual perda em não ficar!

Quantas pessoas ficarão para trás?

O amor poderá ter ficado para trás?

A música num auditório.

O gelado italiano.

O bocadilho na Conesa.

Há que voltar para casa. Haverá sempre que partir.

Tanto se quer ficar.

Tudo parece ficar para trás. Tudo parecia tão palpável. Tudo parecia tão prometedor.

A luz amarelada num piso numa praça de noite. Mais um dia de trabalho terminou. Madrush numa pequena aparelhagem. Na rua, lá em baixo, há de tudo. Há riqueza e pobreza. Há quem não vá ficar, há quem nunca há de voltar.

A música está também no corredor, assim como o cheiro de algo quente, caloroso, a receita de uma pizza de uma avó que se visita sempre. E ainda há vapor. Ainda há o cheiro de um banho que te remete para um sonho. Entra-se na cozinha, com a música, os cheiros e lá estás.

E nunca se sabe quem és. Nada está. Vai se partir. Fica-se apenas com a memória de uma nostalgia de algo que não existiu. És uma sensação boa. És uma sensação de algo mais completo em mim. És a sensação de merecimento.

Há luzes amarelas nos restaurantes.

Há copos a brilhar sob as luzes amarelas.

Há cheiros na rua, delicados: ora de um doce com chocolate quente, ora de uma pizza feita por alguém que será visitado por um neto.

Hás tu num piso. Sim, certamente hás tu. Numa cidade tão grande, hás certamente tu.

Talvez as luzes amarelas não sejam para mim.

No final, todos voltam.

As luzes amarelas apagadas.

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Real time rendering for architecture

Recently i have been experimenting with these tools for realtime visualization:

Lumion3D    

Unity3D Tutorial on how to import from Revit :

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The Tree of Life – second viewing


Existe em torno deste filme uma tentativa de perceber o que trata afinal. Na internet, em entrevistas aos actores, pergunta-se de que trata, o que pretende mostrar, quem é Malick, é ele religioso, católico, ou até mesmo ele come, ele ri-se muito? Veja-se a conferencia em Cannes.

Há quase uma indignação por parte de algum público, como se algo absurdamente estranho lhes tivesse roubado algum tempo de vida, enquanto sentavam nas salas de cinema. E muitos levantaram-se a meio, eu tive a oportunidade de ver isso.

Não se pode agradar a gregos e a troianos.

É óbvio que não é um filme para toda a gente como nenhum outro é, como nada é. Não precisa, no entanto de ser intelectualmente enobrecido e motivo de vaidade. Não é um filme que tenha que ser explicado, contextualizado, interpretado por outros, ditado por Malick, vomitado em entrevistas onde ratos de gravadores digitais fazem perguntas vazias, vãs e insignificantes.

Não é preciso explicar. É uma experiência; uma mais e à medida de cada um.  É uma obra de arte no verdadeiro sentido. Poderia ser mostrada sem nome até, como um quadro sem título, com apenas o nome do seu autor numa placa pequena ao lado. Mas, A Árvore da Vida não é como tantos quadros sem título que andam por essas galerias semi-vazias de tudo. A árvore da vida não é o devaneio de um autor, não é um risco abstrato numa tela nula. Nem sequer é o autor que vale, nem sequer o filme em si mesmo. É um veículo conduzido por quem quer.

Não somos passivos.  A perplexidade que alguns sentem, pode ser justamente essa sensação de convite…  É a experiência, é o próprio espectador que vale.

É uma composição, uma sinfonia com ou sem destino, composta por quem ouve.

A verdadeira obra de arte não tem que ser explicada.

Bem que se calava Brad Pitt em Cannes com as suas frases meio sem interesse, com a sua postura corcunda de máscaras e de óculos ao bom estilo de Johnny Depp. Bem se calavam os jornalistas e as pessoas que procuram explicações.

Bem faz Malick em não comparecer, em nada dizer sobre a sua obra. A sua obra nem sequer fala por si. A sua obra fala por nós, por quem quer. E pode ser tão simples, tão simples como a vida e a morte, como o Divino e o não Divino. É um filme religioso como não é. E o final? É a vida depois da morte? É uma alegoria a tudo o que cada um vê, sente, durante toda uma vida? Quando Sean Penn atravessa aquela porta, quando se mostra uma ponte, ele passa para o lado de lá, para o além? É isso o que importa descortinar a uma só voz ?

Recordo  o circo de 8 ½.  Uma espécie de grande espectáculo onde todas as personagens do filme se reencontram num final. Uma parada, uma festa não alegre, simplesmente uma celebração. Parece que Fellini tinha preparado a cena final num comboio… as personagens sentavam-se num vagão de um comboio em movimento, creio que à noite, ou seria num túnel, todas vestidas de branco, sentadas ora aqui ora ali, sem se falarem. Uma viagem estranha, um final estranho…

Construa-se o filme enquanto é projectado. As grandes obras de arte são grandes porque colocam-se à mercê de quem as tem. A Árvore da Vida é um presente. Abre-se ou não, gosta-se ou não. Não é Malick, não é uma história, não é uma narrativa. Raramente senti isso a ver um filme. Recordaria rapidamente a trilogia Qatsi de Godfrey Reggio e como tantos já referiram, 2001, a Odisseia no Espaço.

2001 mostrava um princípio cósmico e uma transformação. Também A  Árvore da vida mostra um início cósmico, transformações e um final. Ambos filmes questionados, fonte de indignação e alguma incompreensão. Não parece contudo, que o filme de Malick seja de difícil compreensão antes pelo contrário.

Também Kubrick se calava, se reservava, deixava o seu trabalho entregue, ponto final. Também ele era suficientemente inteligente para entregar e sair de cena.

O trabalho não fala por ele.

O trabalho fala por quem o vê e do modo como o vê.

Qualquer minuto que Malick desse a falar sobre este filme seria inútil e uma ofensa ao seu próprio trabalho. A Árvore da Vida não tem título.

A Árvore da Vida fala por mim e por quem quiser. Guardo o Amor, o nascer e o morrer. A brutalidade da morte. Não é o carro que se parte, o avião que arde, que se desfaz enquanto cai do céu. Não é o fogo, não é o tsunami. É a brutalidade, é o silêncio absolutamente ensurdecedor!  É tão simplesmente uma dor que cada um sente, sente à sua medida, uma dor solitária, uma dor absolutamente devastadora, uma dor que não se ultrapassa, mas que se tenta esquecer. (Curisoso estar a começar a ler neste momento a máquina de fazer espanhóis de valer hugo mãe…Essa dor é universal)

É a dor das mulheres que esperam os pescadores em Aci Trezza de Visconti.

Guardo ouvir surpreendido e na íntegra a Lacrimosa de Preisner; guardo os belos anéis de Saturno – porque não vemos no telejornal as belas imagens da Cassini? Não trocaria uma que fosse por muito do que se vê por aí. Bela Cassini levando o intelecto humano para lá da sua casa sem nunca a deixar. Os anéis de Saturno são nossos. São nossos!

Lamento a escolha de Brad Pitt, não tanto pelo que faz no filme, que até senti bem feito, mas pelo que representa (claro, para mim).

Sean Penn não esteve no filme? Não fez nada? Muitos sentem isso. Sean Penn é Jack e Jack é em grande parte construído por outro actor.  Sean Penn faz o que lhe cabe, ser simplesmesnte Jack e grande parte de Jack é apresentado enquanto miúdo. Não é preciso mais falas, mais acting. Jack não aparece em Sean Penn, é apenas carregado por ele.

E quanto ao filme? Malick mais do que filmar, mais do que juntar, fotografa. Cenas inteiras surgem do nada e podem levar ao nada. Um bando de aves a voar? O raio de sol naquele exacto momento? Tem de ser mesmo ali entre a cena anterior e a seguinte?

Malick fotografa, revela e entrega-me um álbum vazio. Se isso é ou não um filme, para mim pouco importa. Construo eu o meu álbum. O que trata Powaqqatsi? O que representa a cena final de 2001? O que representa o final de A Árvore da Vida? O que é que Malick quer dizer com aquilo? Tem mesmo que existir uma única explicação? Tem tudo que ser falsamente claro e universal como uma notícia num telejornal? “o país e o mundo?”

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Python for Rhino 101 Primer download

From RhinoNews:

Python for Rhino 101 Primer – NewSkylar Tibbets, Arthur van der Harten, and Steve Baer have just published the Python for Rhino Primer. In it you will learn:

  • What the Python programming language is all about.
  • Why Python is the world’s fastest growing scripting language
  • How to get started with Python for Rhino 5
Download the new Python for Rhino 101 Primer


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Fabricação Digital – curso LOOP – laboratório de desenho experimental

http://www.a-loop-lab.com/fab.html

O LOOP, Laboratório de Desenho Experimental vai realizar de 25 a 30 de Julho uma formação na área da fabricação digital.

Esta formação confere 2 horas (créditos) exigidos pelo R.I. na formação complementar opcional “formação obrigatória em matérias opcionais de arquitectura”.

Objectivos:

O formando deverá ser capaz de:
.  Ter uma percepção global dos fundamentos, processos, técnicas e possibilidades criativas associadas ao tema da fabricação digital;
.  Definir e representar métodos de racionalização de entidades tridimensionais digitais, atribuindo-lhes as características necessárias para maquinação;
.  Dominar ferramentas digitais de apoio aos processos de fabricação digital por subtração – CadCam;

.  Entender processos de fabricação digital como ferramentas auxiliares e informativas aos processos de criação e desenho.

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>Secção: insólitos menos em Braga

Fabricação Digital para todos!

Vem mesmo a calhar este post, logo após a referencia à visita ao Iaac.

Um dos melhores centros de cópias da cidade de Braga dispõe já há alguns meses de um serviço próprio de fabricação digital!

Interessante é a forma inteligente e e vernacular que encontraram para lucrar e ao mesmo tempo dar a conhecer esta “nova” ferramenta ao cidadão menos atento. Não é todos os dias que temos oportunidade de ver de perto o potencial de uma CNC laser.

Aqui está um dos produtos pioneiros da fabricação digital em Braga:

fotografia

Estas peças fazem, desde já, história!

P.S. O centro de cópias está realmente de parabéns, a sério.

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>Iaac – Solar House Commencement /Exhibition

FabLab Iaac Solar House Barcelona – 21 Jan de 2010

Iaac – Institut d’ arquitectura avançada de Catalunya, a oportunidade de ver o lançamento oficial da fabricação da proposta ao Solar Dechalon Europe e falar com alguns dos estudantes ligados ao projecto.

Iaac – Institute for Advanced Architecture of Catalonia, the chance to attend the Ceremony of Launching Fabrication of the first Solar House of Barcelona, the Fab Lab House, within the frame of the solar Decathlon 2010 Competition.

It is perhaps the first time ever, that an entry in this competition results from a computational process, relying in parametrization – Grasshopper being one of the tools – and digital fabrication.

Talvez seja a primeira entrada neste concurso que recorre, por um lado, a processos de parametrização – sendo o Grasshopper uma das ferramentas utilizadas – e por outro, a fabricação digital, grande parte da qual será feita nas instalações do próprio Instituto, recorrendo a uma fresa.

Apesar de ser ainda incompleta a informação facilitada, segundo os autores, teoricamente esta casa, ou melhor, este processo computacional, resulta em infinitas soluções, optimizadas para qualquer localização do globo. Apesar de ser um exemplo de mass costumization, na verdade trata-se de um protótipo. O elevado preço por metro quadrado e tanto quanto foi possível perceber, uma série ainda limitada de inputs considerados, são alguns dos pontos a contornar.

Certamente que há uma série de questões a levantar mas talvez seja esse o grande mérito deste projecto: trazer e centrar discussões. Se o resultado prático pode ser discutível, indiscutível é a capacidade do Instituto ao longo de poucos anos, reunir conhecimento, recursos humanos e materiais para desenvolver este projecto.

Da filosofia do FabLab, de destacar a preocupação em trazer o acto de construir para as mãos das pessoas, dos futuros moradores até, investindo em sistemas e materiais de construção simples, leves.

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>A Topogia do Novo Arquitecto p.1

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IMG_0456b Workshop – Processos Digitais de Modelação 3D.

Duas edições realizadas comprovam o crescente interesse por jovens arquitectos e futuros arquitectos, por novas formas de pensar arquitectura, neste início de século. Pragmaticamente falando a maioria dos participantes procuram conhecimentos em Rhinoceros, um software cada vez mais reconhecido entre nós. O workshop pretende expor, na prática, as principais valias deste software, explorando um primeiro leque, já bastante abrangente, de comandos e operações. O modo como se desenha em sistemas tradicionais assistidos por computador é colocado lado a lado com soluções de desenho paramétrico nomeadamente através do plugin Grasshopper.

Paralelamente, uma breve base teórica é fornecida, permitindo aos formandos contextualizarem estas ferramentas.

“Topologia” é palavra chave neste workshop, entendida como um processo transversal, dinâmico e abrangente de uma nova forma de projectar em arquitectura.“(…)

“topology is ultimately about relations, interconnections within a given spatial context, and not about specific forms -  a single topological construct is manifestable through multiple forms (and those forms net not to be curvilinear). (…)Thus, in (uninformed) architectural discourse “topologial” often means “curved” and vice versa.(…)” Branko Kolarevic in Architecure in the Digital Age

SEED

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>Workshop – Processos Digitais de Modelação 3D

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Confere 8 horas (credito) exigido pelo R.I. na formação complementar opcional “formação obrigatória em matérias opcionais de arquitectura”, pela Ordem dos Arquitectos.

:: Calendário:
25 e 28 de Novembro, 1 e 5 de Dezembro:

:: Horários:
25 Nov: 14h30 – 17h30
Restantes dias: 9h – 13h e 14h30 – 18h30

:: Carga horária: 27hrs

:: Local: Escola de Arquitectura da Universidade do Minho

:: Público-alvo: Estudantes de arquitectura, arquitectos, desenhadores e interessados na área de desenho tridimensional digital.

:: Perfil Inicial: Jovens ou adultos com conhecimentos gerais de desenho 2d e 3d em ambiente digital.

:: Perfil Final: O formando deverá ser capaz de:  Identificar e reconhecer as particularidades inerentes aos processos digitais de desenho aplicados na fase de concepção em arquitectura. Produzir modelos 3D e 2D com base no software Rhinoceros e no plugin Grasshopper.

:: Objectivos: O desenvolvimento deste workshop tem como objectivos:

- Elucidar os formandos das particularidades e diferenças dos processos de computorização e computação.

- Dotar o formando de competências técnicas introdutórias, na manipulação de softwares de modelação livre (Rhinoceros) e de modelação paramétrica (Grasshopper) orientada à concepção de objectos 3D.

:: Orientação: Estúdio SEED e Krfr

:: Formadores: Arq. Adriano Faria e Amílcar Ferreira

:: Número de vagas:
- Número máximo de alunos: 15
- Número mínimo de alunos: 10

:: Preço:
– Estudantes e estagiários: 155€ + IVA
- Profissionais no activo: 180€ + IVA

Formulário para inscrição: http://workshop09.wufoo.com/forms/processos-digitais-de-modelaaao-3d/

mais informações: seed.portugal@krfr.org e http://seed.cat

Contactos telefónicos:
Adriano: 934378810 Amílcar: 967448786

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